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Mulheres têm pouca participação na política de Brusque

Em 155 anos, homens dominaram o cargo de chefia do poder executivo brusquense


Mesmo com uma reforma na lei em 2010, pelo TSE (Tribunal Superior Eleitoral), que torna obrigatória a participação de 30% do sexo oposto em partidos políticos, tem sido quase inexpressivo o número de candidatas eleitas. As mulheres representam 51,7% do eleitorado brasileiro, mesmo assim existe rejeição do sexo feminino para cargos políticos.


Desde a fundação do município, em 1860, Brusque nunca teve uma mulher eleita como chefe do poder executivo municipal. Quando se trata de cargos políticos do poder legislativo, a participação continua sendo muito inferior à dos homens.


Apenas quatro mulheres foram eleitas para o cargo de vereadora.

A primeira parlamentar foi Maria de Lourdes Fantini Benvenutti, na gestão 1993-1996, após 46 anos da criação da Câmara de Vereadores do município.


Também fazem parte dessa lista Gleusa Luci Fischer, de 1997 a 2000, Paulina Coelho Harle, em três oportunidades, de 1997 a 2000, 2001-2004 e 2005-2008, e Marli Leandro, eleita em 2013 e atualmente ocupa uma das cadeiras na câmara.


Foto: Notibras

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